Belo Horizonte
Minas: Fé que Mora nas Alturas
No Alto da Montanha, a Gratidão
Depois da Serra, depois do silêncio, depois do vento que fala com a alma… a estrada me levou a .
A cidade se espalha entre montanhas como quem respeita a natureza ao redor. Moderna, mas sem perder o sotaque. Grande, mas ainda acolhedora.
Na Praça da Liberdade, caminhei devagar. Ali a história administrativa se mistura com cultura, arte, juventude. Minas pensa ali.
Depois fui à Pampulha. E diante da Igreja de São Francisco, pequena, curva, ousada, senti que Minas também sabe inovar sem abandonar a fé. Ali está o traço genial de — prova de que tradição e modernidade podem caminhar juntas.
Mas Belo Horizonte me marcou mesmo foi no simples.
E enquanto a noite caía sobre Belo Horizonte, iluminando as avenidas e desenhando contornos nas montanhas ao redor, senti aquela paz de quem conclui um ciclo.
Algumas viagens acabam quando voltamos para casa.
Outras continuam dentro da gente.
Minas ficou.
E ficou grande.
—
s.
Comentários
Postar um comentário